Novo medicamento previne morte de células cerebrais em ratos



Cada nova descoberta sobre a cura de doenças é sempre uma nova esperança para todos nós. Quem sofre com algum tipo de doença ou tem algum amigo ou familiar que sofra sabe o quanto um novo medicamento pode ser decisivo em determinadas situações.
Infarto do miocárdio, AVC e tantas outras doenças do coração que nos assustam. Doenças neurodegenerativas que ocorrem em consequência da morte das células cerebrais, como a doença de Parkinson, esclerose múltipla, doença de Hurtington e doença de Alzheimer. E é exatamente sobre essas últimas, as neurodegenerativas, que estão surgindo novidades em pesquisas.


Pesquisadores descobrem substância que combate a perda do tecido cerebral

Uma equipe de pesquisadores da Grã-Bretanha descobriu uma substância química capaz de travar o processo de morte das células cerebrais, prevenindo assim doenças degenerativas como as que citamos acima. Por enquanto a substância foi testada em ratos e ainda não pode ser ministrada a humanos, já que desencadeia efeitos colaterais e ainda precisa ser transformada em medicamento.
A princípio, a substância foi desenvolvida para uma finalidade diferente. Quando chegou ao cérebro pela corrente sanguínea, a substância travou a doença, porém com efeitos colaterais como dano ao pâncreas e uma diabete fraca. Os ratos escolhidos para esse experimento sofriam da doença de príon – a doença neurodegenerativa que mais se aproxima do Alzheimer nos humanos.
Os cientistas afirmaram que não é ainda um composto que possa ser usado em seres humanos, pois a substância deverá agir somente no cérebro, mas que é certamente o primeiro e um grande passo para enfrentar estas doenças.
Não sabemos ao certo quando teremos tais medicamentos disponíveis, já que essa é a primeira substância que tem a capacidade de prevenir a morte do tecido cerebral. Ainda há muito estudo pela frente e muitos testes até que as indústrias farmacêuticas comecem a desenvolver um medicamento final. Outros laboratórios estão testando o composto em ratos com outros tipos de doenças neurodegenerativas, mas ainda não há resultados publicados.
Esse é realmente um grande passo da ciência e da medicina e que vai impactar fortemente nas próximas gerações, que terão formas de combater essas doenças que tanto incomodam a humanidade.


E você, conhece outros métodos para ajudar na saúde do cérebro? Compartilhe nos comentários abaixo!

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