Baixos níveis de vitamina D podem causar danos ao cérebro

Ela já é conhecida por auxiliar na absorção de cálcio dos alimentos mas, com base em estudos e pesquisas recentes, ela também passa a ser relacionada à saúde do cérebro e do sistema nervoso. Trata-se da vitamina D. Uma substância que desempenha um papel vital para manutenção e fortalecimento do nosso organismo, sendo importante no mecanismo da memória e na prevenção das doenças degenerativas cerebrais.

Importância D
Da infância à velhice, é necessário incluir doses diárias de alimentos com vitamina D nas refeições. Ao todo, essa vitamina controla 229 funções das células cerebrais - segundo a revista Superinteressante. Por isso, sua ausência pode contribuir para o aparecimento de doenças cerebrais, como o mal de Alzheimer.

Benefícios ao cérebro
Um estudo feito pela Universidade Científica de Portland, nos EUA, analisou 150 pessoas com idade média de 85 anos. Segundo a pesquisa, os níveis de vitamina D nos participantes era variável, de 9 a 90 nanogramas por mililitro de sangue (níveis acima de 30 são considerados normais).
Todos os participantes passaram por um teste de 30 pontos que verificou o nível de comprometimento cognitivo. A partir disso, os resultados mostraram que as pessoas que tiveram menor pontuação nos testes tinham níveis muito baixos de vitamina D. Outra pesquisa mostrou que indivíduos com um teor reduzido da vitamina estão 60% mais propensos a ter declínio cognitivo do que indivíduos que não possui esta deficiência.

Saiba mais
Para manter corpo e mente saudáveis, precisamos ingerir alimentos que contenham a vitamina D. Entre eles estão o leite e seus derivados, peixes e frutas oleaginosas. A ingestão diária recomendada é de 10 a 100 UI/Dia.
Outros alimentos ricos em vitamina D são o óleo de fígado de bacalhau, óleo de salmão, ostras cruas, ovo cozido, carnes (frango, peru, porco), vísceras, manteiga, carne bovina, cogumelos, germén de trigo, semente
de girassol e azeite extravirgem.
São sinais e sintomas de sua carência a fraqueza generalizada, dores ósseas, osteopenia, osteoporose, osteomalácia, sensação de queimação na boca e na garganta. Já os sinais e sintomas de seu excesso são náusea e vômito, dores de cabeça, cálculos renais, hipercalcemia e calcificação óssea excessiva com calcificação de tecidos moles.



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