Cientistas descobrem que período infértil começa mais cedo

A infertilidade pode ser conceituada como a incapacidade conceber naturalmente uma criança. Normalmente pensava-se que a mulher saudável não se depararia com este problema pelo menos até os 35 anos ou mais. Porém, não é isso o que indica uma detalhada e interessante pesquisa feita na Suécia, cujos resultados podem fazer com que muitas mulheres reavaliem seus cuidados com a saúde e a melhor idade para a maternidade.


O estudo
Conforme o estudo de responsabilidade de pesquisadores do Karolinska Institutet, em Estocolmo, na Suécia, publicado na revista Obstetrics and Gynecology, a chamada “zona de risco” para a gestação pode começar muito mais cedo do que se imaginava. Descobriu-se que este período, em geral, começa logo após a faixa dos 20 anos. 

Como se deu a pesquisa
Para esta pesquisa, foi considerada uma amostra de cerca de 1 milhão de registros de mulheres suecas e norueguesas entre 1990 e 2010. O detalhamento foi realizado com a separação das mulheres por faixa etária, da seguinte maneira:
Mulheres entre 25 e 29 anos;
Mulheres entre 30 e 34 anos;
Mulheres entre 35 e 39 anos;
Mulheres com 40 anos ou mais.
Assim, constatou-se que as mulheres que foram mães pela primeira vez, com idades entre 30 e 34 anos, tem maior risco de partos prematuros, complicações e chances de darem a luz a natimortos, que são fetos que morrem dentro do útero ou durante o trabalho de parto. 
A avaliação do parto, nesta faixa de idade, para o segundo ou terceiro filho ainda será realizada.



Agravantes
Os pesquisadores destacaram ainda outros fatores de risco que, em geral, estão relacionados a maus hábitos alimentares e sedentarismo. Algumas dicas para as mulheres que pretendem engravidar após os 30 anos são:
Evitar o contato com fumo (independente se fumante passiva ou ativa) e álcool;
Praticar atividades físicas e manter-se no peso ideal;
Realizar exames de rotina a fim de verificar doenças como o diabetes, que necessitam de tratamento e que podem trazer também complicações no parto.

Apesar de o risco aumentar, conforme estudo, as características variam muito de mulher para mulher. Recomenda-se sempre um acompanhamento médico para o diagnóstico de cada caso.














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